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Mineira de Belzonti, 25 verões e 24 primaveras, mulher que cria, moça que descobre, menina que brinca e às vezes também chora. Uma busca aqui, um tropeço ali, uma descoberta acolá. Caminhando... Abertura a novos ares, passo a passo. Escrever é minha válvula de escape e um grande prazer. Visite também meu blog de artesanato http://bonequinhasdluxo.zip.net |

Se não experimentar, como posso não gostar?!
Temos mesmo essa mania de determinar o que queremos ou não, o que gostamos ou não sem nem sabermos do que estamos falando. Como escolher sem saber o gosto, sem saber a cor, sem saber como é.
E isso vale pro inhame, pra caminhada de manhã, pro programa diferente num feriado, pra leitura, pro se arriscar num passo de dança, pro pegar o lápis e deixar rabiscos virem à tona, pra iniciativa num papo, pro lançar um olhar para aquela pessoa, pra vestir aquela roupa mesmo que a cor seja diferente do que você está acostumado... Enfim... O “dessa água não beberei” está muito presente em nossas vidas, nos impedindo de matar sedes que às vezes nem reconhecemos ter.
Vamos aprendendo a esconder vontades, vamos aprendendo a beber sempre da mesma fonte e perdemos a chance de conhecermos verdades e caminhos que trariam mensagens e luzes para nosso viver.
Vamos aprendendo a fingir não gostar, não querer, não saber... Quando na verdade o pezinho ta balançando escondido debaixo da mesa... Quando na verdade, os gostos que já conhecemos não são sempre os melhores, mas somente os mais cômodos. Quando na verdade, o pano de fundo é medo, e não decisão.
Quais sedes estão escondidas dentro de nós? Por que as escondemos? Podemos mais? Queremos mais? Vamos refletindo e descobrindo de quais águas, no fundo, queremos beber. E escolhendo com base em nossa realidade e não em nossas máscaras.
Lançar um olhar corajoso sobre nós mesmos...
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Não estou fazendo apologia à inconsequência de provar tudo sem pensar no que podemos esperar de nossas escolhas. Tenho refletido é sobre a importância de nos abrirmos para a experiência, nos livrarmos das defesas e amarras que só nos fazem mal.

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Exagerado
(Cazuza / Ezequiel Neves / Leoni)
Amor da minha vida
Daqui até a eternidade
Nossos destinos foram traçados
Na maternidade
Paixão cruel desenfreada
Te trago mil rosas roubadas
Pra desculpar minhas mentiras
Minhas mancadas
Exagerado
Jogado aos teus pés
Eu sou mesmo exagerado
Adoro um amor inventado
Eu nunca mais vou respirar
Se você não me notar
Eu posso até morrer de fome
Se você não me amar
E por você eu largo tudo
Vou mendigar, roubar, matar
Até nas coisas mais banais
Pra mim é tudo ou nunca mais
Exagerado
Jogado aos teus pés
Eu sou mesmo exagerado
Adoro um amor inventado
E por você eu largo tudo
Carreira, dinheiro, canudo
Até nas coisas mais banais
Pra mim é tudo ou nunca mais
Exagerado
Jogado aos teus pés
Eu sou mesmo exagerado
Adoro um amor inventado
Jogado aos teus pés
Com mil rosas roubadas
Exagerado
Eu adoro um amor inventado
Jogado aos teus pés
Eu sou mesmo exagerado
Adoro um amor inventado

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Qual a cor do seu dia?
Ao invés de deixar que aquele motorista maluco pinte sua manhã de vermelho- raiva, ou deixar que aquela colega de trabalho invejosa transforme sua tarde em roxo-nó-na-garganta, ou mesmo esperar que alguém apareça de surpresa para transformar sua noite em rosa-novidade, por que não pintar você mesma (o) o seu dia?
Viver as cores e os tons de acordo com o que for mais saudável para nossa mente, para nosso coração. Aproveitar o amarelo-oportunidade, investir no azul-busca-de-harmonia, criar possibilidades novas, dar novas pinceladas e observar os resultados. Não só escolher as cores, mas também como interpretar aquilo que se apresenta, aquilo que nos foge ao controle. Nem sempre sabemos o quanto uma cor se misturará à outra formando novas nuances.
Nem sempre essa viagem é simples, às vezes nos faltam cores, afinal já nos acostumamos com os velhos tons, nem procuramos novidades. Mas sempre há espaço para o novo quando palpita vida em nós.
Nem sempre é fácil perceber que liberdade caminha também junto com responsabilidade. Que assumir a autoria do meu dia significa também que não posso mais encontrar algozes ou heróis que determinem externamente o que eu sinto, o que eu penso, o que eu faço.
Vamos ensaiando, testando, inventando. Sem certos, nem errados. Apenas diferentes experiências.
Paletas e pincéis a postos?
Que possamos nos permitir vivenciar o inusitado das misturas, dos respingos aqui e ali, da criatividade que se renova e que não tem regras.

Cuidado: tinta fresca!
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Tinha acabado de escrever um texto todo cheio de sentimentos, mas a internet, o sistema de blogs e tudo mais de tecnológico não parece entender bem o que isso significa... Aí deu pau! E a tonta aqui foi inventar de escrever direto no sistema do blog e não salvou num documento antes! Aí perdeu tudo...
É druris!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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